terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Lançamento da Revista Plataforma HQ em Rio Grande

Lançamento da Revista Plataforma HQ em Rio Grande
Parabéns pela iniciativa. Sucesso.
Mais fotos e forma de contato para adquirir acesse:



 Claudiomiro Machado Ferreira e o pessoal da Revista Plataforma HQ
  Claudiomiro Machado Ferreira e o pessoal da Revista Plataforma HQ



Escritores, escrevam!!!

Se está escrito não está morto. Pode ficar esquecido por um tempo, mas sempre há a possibilidade de ser revivificado. Escritores, escrevam!!! O resto pertence à posteridade.

Mostra de arte de Alais Monteiro na Livraria Vanguarda de Rio Grande

Mostra de arte de Alais Monteiro na Vanguarda de Rio Grande
Veja mais em http://www.livrariavanguarda.com.br/index.php?n_sistema=3095&id_noticia=722

Claudiomiro Machado Ferreira e Alais Monteiro. 28-11-2013
Claudiomiro Machado Ferreira e Alais Monteiro. 28-11-2013

sábado, 9 de novembro de 2013

Como era antes do ECAD?

Como era antes do ECAD?

Estou elaborando uma pesquisa para saber como era no Brasil antes de haver um escritório central responsável pela arrecadação e centralização dos direitos dos compositores musicais. Não tenho achado bibliografia sobre o tema. Alguém conhece algum livro ou material que poderia me indicar?

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

A Barbearia do Ely

A Barbearia do Ely

Claudiomiro Machado Ferreira

O
uvi certa vez em um filme que toda alma atormentada deseja voltar para casa. Algo parecido, sem tanto pessimismo, ensina a Alquimia, com o retorno ao Um ou ao Início. Nunca é de forma bem definida, mas poucas coisas me fazem ter as sensações da minha infância. Consegui algo próximo quando experimentei alguns pratos preparados pelo cozinheiro e dono do sebo que frequento. Porém, com mais frequência, voltam-me as memórias infantis quando preciso cortar o cabelo.
Em Pedro Osório morava na mesma quadra da barbearia. A famosa e conhecida Barbearia do Ely. A placa era clássica, de madeira, pintada à mão, mostrava o desenho da navalha de um lado e de um pente no outro. Minha mãe me levava. Eu sentava em uma cadeira com rodinhas e ela dava a ordem:
— Bem baixinho.
E eu saía de lá sentindo aquele friozinho na nuca. Com o tempo minha mãe parou de me levar. Ela começou a me mandar sozinho, mas sempre alertava para o comprimento do corte.
— Diz para ele cortar bem baixinho.
Ainda lembro com prazer de um dos meus ritos de passagem. Nunca esqueci aquele glorioso dia em que Ely, o barbeiro, mandou que eu sentasse na cadeira onde só sentavam os adultos. A marca era Ferrante. Eu sempre lia, mas só muito tempo depois cheguei à óbvia conclusão que era o nome do fabricante. Ela tinha cobertura de couro, no encosto e nos braços. Girava em seu próprio eixo e inclinava para trás quando o freguês desejava cortar a barba.
De pequeno, Ely me viu crescer. Mas eu não ia lá apenas para cortar o cabelo. Era comum pedir a sua bicicleta emprestada. Às vezes ele dava uma ralhada ou fazia alguma recomendação resmungosa, mas não lembro de alguma vez ter negado de emprestá-la. Eu, para poder pedir novamente, sempre a entregava na hora combinada. Mas não ia lá só para isso.
Mais comum era ir para ler o jornal. Certeiro, ia direto para a página das histórias em quadrinhos. Era um diário de Porto Alegre, que eu mal sabia ser a Capital e onde nem imaginava que um dia trabalharia e moraria por dez anos. Das tirinhas lembro as do Maurício de Souza e do Super-homem. Lembro do encarte de várias páginas coloridas que vinha aos domingos e que ele permitia que eu levasse para casa. Por algum motivo, que até hoje não sei ao certo, a partir de um certo período as tirinhas que retratavam a vida de Woody Allen começaram a me chamar a atenção. Eu pouco as compreendia, mas lia mesmo assim.
Outro dia marcante, que não lembro bem, mas do qual não esqueço a sensação que tive, foi quando eu mesmo decidi como seria o meu corte de cabelo. O sentimento de ruptura e autonomia de decisão, mesmo com receio do que poderia acontecer depois, até hoje me delicia. É uma daquelas lembranças que me faz voltar às minhas origens quando sento novamente em uma cadeira de barbearia.
Um colega certa vez disse que o aspecto ruim de envelhecer é que a gente já cometeu todos os erros e pecados. Segundo ele, assim a vida perde um pouco da graça. E aos poucos ela vai ficando chata, monótona e previsível. Ele tinha razão. O pior é que a gente só percebe isso aos poucos. E as idas ao barbeiro ficaram cada vez menos aventurescas.
Com a conclusão da minha formação profissional veio a minha entrada no mercado de trabalho. Assim, como o aluguel, cujo primeiro comprovante é um troféu, mas os próximos se transformam em maldições, o mesmo aconteceu com o corte de cabelo. E mês após mês, quase religiosamente, sou obrigado a desembolsar aquela mesma quantia. As barbearias mudaram, os barbeiros também, assim como as placas, que se modernizaram. O Ely, que levava até uma hora para terminar o serviço, entre conversas de política e economia, foi trocado por desconhecidos que cada vez mais rápido e insensivelmente concluem o trabalho. Aquela cadeirinha verde, com a tinta descascada, com o acento de palha tramada ficou apenas na minha memória. Restou a sensação da água borrifada, a qual eu sempre digo sim quando um novo barbeiro pergunta:
 — Quer que molhe?
Os anos passaram. O tempo do corte ficou mais curto e o preço, maior. Hoje um barbeiro leva, em média, quinze minutos para executar um corte. O preço da sua hora de trabalho está hoje em sessenta reais. O dinheiro continua saindo do meu bolso e cada vez mais difícil está para consegui-lo.

Para pessoas como eu, que não trocaram as barbearias pelos salões de beleza, fica a lembrança dos tempos remotos da criança que, de chinelos, voltava para casa correndo, apenas para sentir o frio na nuca com o vento que passava. Também ficou para trás o tempo em que os fios eram todos escuros, mais fortes e os espaços na cabeça eram mais preenchidos. E a vontade de voltar para casa, a cada vez que o tempo passa, só aumenta.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Ofício nº018/2013/Circular - Rio Grande, Rio Grande do Sul, 21 de outubro de 2013 - Os Direitos dos Compositores Musicais

Ofício nº018/2013/Circular                           Rio Grande, Rio Grande do Sul, 21 de outubro de 2013.


Os Direitos dos Compositores Musicais


Muitas vezes o Brasil é criticado pelo excesso de leis. Esse excesso ocorre por dois motivos. Primeiro, pela própria previsão constitucional de que ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei. Segundo, é justamente porque se não houver uma regulamentação ninguém se sentirá compelido a fazer. Bom ou ruim é nessa cultura que vivemos a 25 anos, desde que a Constituição foi promulgada e o Artigo 5º, com seu inciso II, passou a vigorar. Fundamental é lembrar que editar leis não é uma prerrogativa única e exclusiva do Brasil, assim como não cumpri-las também não é algo que só ocorra em nosso País. Se é ruim com leis alguém tem dúvidas se seria pior sem elas?
Se por um lado há leis que são feitas para regular quem não cumpre algo, elas também podem ser elaboradas para fazer valer ou reforçar um direito. E direitos, há muitos que não são respeitados. Um deles é o direito moral. O direito de ter o nome indicado ou anunciado, como sendo o do autor, quando uma obra é utilizada. Direito este já previsto na atual Lei de Direitos Autorais e que muitos compositores há tempos estão “ouvindo” ser violado. Algo fácil de constatar quando se escuta a maioria das emissoras de rádio e televisão. Infelizmente poucas pessoas percebem o quanto essa valiosa categoria é prejudicada quando esse direito é desrespeitado. O fato é que a culpa não é deles, afinal compositores não são legisladores.
Todavia, por valorizar os direitos autorais e o ofício do compositor elaboramos um parecer e um modelo de lei. Ambos à disposição de quem quiser ter acesso. Os textos tratam da omissão do nome de compositores em execução de obras musicais e da obrigatoriedade em divulgá-los. Baseado em estudos que buscam o cumprimento de um direito realizamos a elaboração de uma proposta aplicável à realidade dos municípios. Esta proposta já começou a ser enviada às Casas Legislativas e Poderes Executivos. Sua transformação de Projeto em Lei é uma ação simples, sem custos ou gastos onerosos e muito contribuirá para tornar conhecido o nome dos compositores de obras musicais executadas por emissoras de rádio e televisão. Uma ação que proporcionará o digno reconhecimento do trabalho do compositor e beneficiará toda a produção musical brasileira.




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CLAUDIOMIRO MACHADO FERREIRA
Consultoria - Assessoria - Palestras
Propriedade Intelectual – Direito Autoral & Propriedade Industrial
Rio Grande – Rio Grande do Sul - Brasil
Fone: (053) 9126-7510 (Claro)/ (053) 9903-5891 (Vivo)



sábado, 12 de outubro de 2013

Aula Magna com o Dr. Aury Lopes Jr

O Diretório Acadêmico Ruy Barbosa - DARB - , com o apoio da Faculdade de Direito - FADIR - e da Universidade Federal do Rio Grande - FURG - , trouxe a Rio Grande o Doutor em Direito Processual Penal Aury Lopes Júnior, para realização da Aula Magna da Faculdade de Direito, que aconteceu dia 11 de outubro de 2013, no anfiteatro do Colégio Liceu Salesiano Leão XIII. O palestrante foi nomeado pelo Ministro Cezar Peluso a instituir Grupo de Trabalho para estudar, analisar e emitir Nota Técnica sobre o Projeto de Reforma do Código de Processo Penal (PLS na 156/2009). O Jornal do Comércio, [de Porto Alegre, no dia 07 de agosto de 2012, página 3,] apresentou como "novidades sugeridas pela Comissão de Juristas" a definição de "pena de seis meses a dois anos de prisão a quem realizar plágio intelectual".


Claudiomiro Machado Ferreira e Dr. Aury Lopes Jr 11.10.2013

sábado, 28 de setembro de 2013

O Reconhecimento do Conselho Nacional de Combate à Pirataria e Delitos Contra a Propriedade Intelectual - CNCP

O Reconhecimento do Conselho Nacional de Combate à Pirataria e Delitos Contra a Propriedade Intelectual - CNCP



E

m 15 de março de 2013 solicitamos inscrição no Painel de Colaboradores do Conselho Nacional de Combate à Pirataria e Delitos Contra a Propriedade Intelectual - CNCP, do Ministério da Justiça. O retorno ao nosso pedido veio através do Oficio n°44/2013-SE/CNCP/MJ, de 16 de setembro de 2013, respondendo que “não poderá atender ao pleito, devido ao fato deste Conselho, neste momento, estar priorizando o ingresso de entidades com representatividade de âmbito nacional [...] como estratégia para aperfeiçoar os mecanismos de intercâmbio de informações para o enfrentamento à pirataria”. Esta decisão é contrária ao nosso objetivo e frustra a nossa expectativa de aprender com o Conselho e ajudar a sociedade de uma forma mais direta e ampla.
     Entretanto, para nossa satisfação a mesma correspondência ainda trás a possibilidade de uma relação conosco quando destaca “a importância de se estabelecer uma futura parceria entre o CNPC e Vossa Senhoria, tendo em vista seu notório conhecimento técnico na área”. Assim, só nos resta continuarmos à disposição do CNCP e agradecer ao Secretário Executivo, na pessoa do Sr. Rodolfo Tsunetaka Tamanaha, pela atenção dispensada. Aproveitamos para reafirmar publicamente nosso compromisso pessoal de estudar, aprender e trabalhar ainda mais para complementar nossa qualificação buscando alcançar as condições necessárias para estarmos prontos a ocupar o espaço ao qual aspiramos.


quinta-feira, 26 de setembro de 2013

O que você espera de uma editora?

Um colega me convidou para abrir uma editora. Então pensei em perguntar para pessoas que lançaram livros quais dificuldades tiveram, porque optaram pelas escolhas que fizeram e o que esperam de uma editora. Você pode ajudar falando um pouco da sua experiência. Deixe seu comentário ou envie um e-mail para claudiomiromafe@ig.com.br

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Campanha pela Valorização do Compositor

Campanha pela Valorização do Compositor

DESARQUIVE-SE

Projeto de Lei 6.896/2010
Obriga as emissoras de rádio a informar aos ouvintes os nomes dos compositores das obras musicais executadas em sua programação.
http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=467880

Seminário - Transferência de Tecnologia: aspectos relevantes da relação Universidade x Empresa - UFPel

Agência de Gestão Tecnológica UFPel

Prezado(a) Solicitante,

          Estamos entrando em contato para agradecemos o seu interesse e CONFIRMAR sua inscrição no Seminário -Transferência de Tecnologia: aspectos relevantes da relação Universidade x Empresa.

          Lembrando que o Evento será realizado no dia 23/08/2013, das 8h30 as 12h30, no Auditório da Reitoria - Campus Porto.

Programação:

Dia 23/08/2013

08h30 - Credenciamento.
09h00 - Início dos Trabalhos.
10h20 - Coffe-Break.
10h40 - Re-início dos Trabalhos.
12h00 - Considerações Finais.
12H30 - Encerramento.

Atenciosamente.
Luiz Otávio Pimentel e Claudiomiro Machado Ferreira - 23/8/2013

quarta-feira, 31 de julho de 2013

5ª Semana Acadêmica do Curso de Design da UFPel

Dia 1°/8, às 15:00h, no Auditório FAURB do CEART/ILA
Rua Alberto Rosa, 62 - Porto
Pelotas/RS - fone 53 3284-5513
Palestra: PROPRIEDADE INTELECTUAL E DESIGN: UMA ABORDAGEM HISTÓRICA, LEGAL E REGISTRAL.
5ª Semana Acadêmica do Curso de Design da UFPel
NÃO PERCA.
https://www.facebook.com/DesignEmTodosOsLugares?fref=ts

Cartaz principal do evento

Programação do dia1º/8/2013

 Momento da palestra e parte do público presente

Presente recebido após a palestra: A caixa ficou, os doces foram na mesma hora.

domingo, 28 de julho de 2013

Livro "Figuras & Vícios de Linguagem" à venda.

Livro "Figuras & Vícios de Linguagem"

À venda somente pela internet. Adquira seu exemplar.

R$30,00 + despesas de envio.



Chegamos a estonteante marca de 06 (seis) exemplares vendidos.
(Todo best-seller começou vendendo 01 livro)
Adquira o seu pelo e-mail claudiomiromafe@ig.com.br

Anúncio oficial da alteração do título do Blog

Anunciamos oficialmente a alteração do título do nosso blog de "Direitos Autorais e Registro de Obras - Marcas e Patentes" para "Propriedade Intelectual - Direito Autoral e Propriedade Industrial". Já vai muito tempo desde a criação do blog, que atendia essencialmente escritores e era direcionada para livros. O número de pessoas que nos procuram vem aumentando, inclusive de outras áreas. Músicos e compositores começaram a nos procurar cada vez mais, assim como inventores, designers e outros profissionais preocupados em proteger o seu maior patrimônio: a sua criação. Essa demanda ensejou a necessidade de ampliar nossa atuação, aprofundando-a na área do Direito Autoral e da Propriedade Industrial para melhor atender a todos que nos procuram. Produza e proteja-se com o registro adequado. Sua obra é seu maior patrimônio.

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Att.

CLAUDIOMIRO MACHADO FERREIRA
Propriedade Intelectual - Direito Autoral e Propriedade Industrial
Consultoria, Assessoria e Palestras
Fones: (053) 9126-7510 (Claro)/(053) 9903-5891 (Vivo)
Rio Grande/Rio Grande do Sul/Brasil
Twitter: @claudiomiromafe

domingo, 21 de julho de 2013

Quem Pirateia Não Compra Original

Quem Pirateia Não Compra Original

Claudiomiro Machado Ferreira

A luta em favor dos direitos autorais, de quem produz e compõe, já vem de muito tempo. Em épocas não tão remotas o maior desafio era a batalha contra cópias físicas não autorizadas. Estas já foram feitas por gráficas e editoras e quando identificadas era mais fácil solicitar – e conseguir – a retirada do mercado. Depois, com a industrialização, e nos dias de hoje, com a pirataria, o volume e a impunidade dos praticantes tornaram a prática “normal”, tendo até quem tente validá-la alegando à atividade a classificação de “crime de pequena monta”.

Porém, vemos nos dias de hoje o fortalecimento de uma prática que tenta validar esse que já foi considerado pela Interpol como “o crime do século”. Talvez muitos não notem, pois sua disseminação é subjetiva – e por isso mesmo mais perigosa. Já está consolidada entre nós a estratégia de convencer, por argumentos nebulosos e falaciosos, que a pirataria é algo bom e aceitável. A ideologia nefasta que luta para incutir esta ideia em nossas cabeças ainda afirma que autores e compositores têm de se adequar às novas realidades. A estratégia de criar uma cultura a favor da pirataria foi a forma encontrada para validar uma prática ilegal. Como não se pode prender uma ideia quem a difunde continua impune e induzindo os outros ao erro.

Dentre os argumentos inconsistentes, sem fundamento e completamente falhos dos defensores, principalmente da Cultura Livre e da Pirataria, está a de que se alguém piratear um CD ou DVD irá comprar outro. Este argumento mostra-se completamente estúpido, assim como quem o defende, quando analisamos os números.

Um editor já chamou a atenção para o fato de apesar do número de estudantes de nível superior ter aumentado significativamente, os números das vendas dos livros usados por eles diminuíram drasticamente. Outra declaração muito importante foi a de um cantor em rede nacional em um programa de auditório. Ele, acostumado a vender seus CDs na casa de 1 milhão de cópias, por causa da pirataria viu suas vendas caírem para 200 mil cópias. Suas vendas caíram 80%. Se o argumento fosse válido ele teria suas vendas aumentadas para um milhão e oitocentas mil cópias. Mas isso não aconteceu.


Apesar de 200 mil cópias de um trabalho ainda ser um número alto, não é isso que está em questão. A questão é que, de fato, quem pirateia não compra o original. Quem defende o contrário induz ao erro e incentiva a prática de um crime. Preste atenção e não se deixe iludir, quem defende a Pirataria, mesmo que a ela dê ares de licitude, em geral, está bem empregado em uma instituição muito bem aparelhada, pode viver paralelamente de palestras ou shows e não aplica a ideia à sua própria produção. O que não deixa claro é que a essas ideias generalizadas a maioria dos autores não pode se adequar. Mas, basta analisar a sua ideologia e percebe-se que a eles isso pouco importa mesmo. O ponto é esperar para ver quanto tempo ainda vão conseguir levar adiante a mentira que disseminam.

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Artista fala sobre a queda de 80% em suas vendas por causa da pirataria

Artista fala sobre a queda de 80% em suas vendas por causa da pirataria

No Programa Raul Gil, no quadro Crianças Curiosas, o cantor e compositor Amado Batista fala da queda de 80% das vendas de seus discos por causa da pirataria.

Artista fala sobre a queda de 80% em suas vendas por causa da pirataria

No Programa Raul Gil, no quadro Crianças Curiosas, o cantor e compositorfala da queda de 80% das vendas de seus discos por ...


Acessível em:
http://www.youtube.com/watch?v=XeMBO198AKk

terça-feira, 16 de julho de 2013

As características da Redação Oficial

As Características da Redação Oficial

Claudiomiro Machado Ferreira

Qualquer pessoa que tenha necessitado de algum serviço da administração pública já passou pela situação de sentir-se um náufrago à deriva. A incerteza de aonde dirigir-se, o fato de passar por vários guichês até conseguir o que precisa e, ainda por cima, durante este processo, receber respostas inexatas ou incompletas já foi o calvário de muito cidadão que não pôde fugir de pagar algo ou realizar algum pedido junto ao poder público. Raramente se sai satisfeito ou incólume a uma incursão ao labirinto administrativo e burocrático tão bem descrito por Kafka em O Processo. O que poucas pessoas percebem é que esta estrutura remonta à época do Império, arraigou-se à cultura do início da República e consolidou-se nos dias de hoje com a legislação atual.

Já em épocas de incertezas trabalhistas, onde a oferta de mão-de-obra é maior do que a procura de profissionais, a administração pública foi o refúgio de muitos trabalhadores que buscavam estabilidade. Diferente do que já foi em um tempo atrás, para entrar hoje no serviço público é necessário prestar concurso, disputar vagas com centenas de outras pessoas e angustiar a espera do momento da nomeação. Na verdade, e apesar de toda a imagem negativa que a profissão carrega, esta é uma opção válida e reconhecida de trabalho. Seus ocupantes registram o ponto, cumprem um horário, prestam um serviço e descontam para a Previdência, na esperança de aposentar-se. Este recurso foi utilizado por pessoas como Lima Barreto, ao ingressar no Ministério da Guerra, como amanuense, e o permitiu levar adiante seu ofício como escritor, e por Charles Bukowski, que por não conseguir parar em nenhum emprego, só se adaptou à rotina de carteiro.

Cansado da instabilidade no mercado de trabalho da sua profissão aquele trabalhador mudou-se para uma pequena cidade do interior do Estado. No tempo certo prestou concurso para a Prefeitura e, após sua nomeação, tomou posse e entrou em exercício. Adequou-se como poucos à rotina administrativa do serviço público. Em pouco tempo aprendeu todos os trâmites burocráticos para a execução de suas tarefas e rapidamente acostumou-se à redação de atos oficiais, setor da Administração onde foi lotado. De fato, seu espírito introspectivo, sua postura retraída por natureza e até sua propensão oculta à misantropia encontraram naquela função o abrigo perfeito para quem deseja se esconder. De poucos amigos, sem família e estéril por opção acreditava ter encontrado o local certo para trabalhar. Um ambiente onde as relações são breves, os contatos superficiais e as amizades efêmeras e de conveniência. E assim passava os dias, chegando ao trabalho, registrando seu ponto, pendurando seu chapéu e seu casaco no cabide e redigindo atos oficiais ao longo do seu expediente de trabalho.

Dentre os atos oficiais um dos mais comuns é a Licença. Há licenças para várias situações e elas sempre estão vinculadas à vida funcional dos servidores. Então, não foi com surpresa que naquele dia 24 de junho redigiu o decreto que concedia Licença para Casamento, apesar de esta não ser uma prática muito comum nos dias de hoje. A cerimônia havia ocorrido no dia 14 e mesmo não conhecendo aquele colega de profissão para quem redigira o ato, por algum motivo alheio ao seu próprio conhecimento, ficara feliz por ele. Chegara até a imaginar como teria sido a cerimônia. Se teria sido no religioso também ou apenas no civil. Por respeito não quis pensar na lua-de-mel. Porém, não pôde ficar alheio, quando no dia 3 de julho redigiu a Licença Paternidade. Seu desconhecido colega tornara-se pai de um menino no dia 22 de junho, oito dias depois do casamento. Pela lei teria oito dias para afastar-se de suas atividades. Não pôde evitar pensar naquilo. Na criança recém-nascida, na felicidade dos pais e na criança crescendo. Nos pais dando amor e carinho, alegres ao ver aquele menino correndo e rindo. Fazendo aquelas perguntas desconcertantes para os adultos e pedindo doces e brinquedos, ao que é tão difícil e doloroso dizer não. O choque veio quando no dia 9 de julho redigiu o ato que concedia luto. A criança, depois de cinco dias de vida, falecera no dia 28 de junho. A causa descrita na certidão de óbito foi septicemia com enteroconte necrotizante, insuficiência renal e doença de membrana hialina.

Quem trabalha na administração pública de qualquer dos Poderes deve obedecer aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, por consequência, a Redação Oficial deve caracterizar-se pela impessoalidade, uso do padrão culto de linguagem, clareza, concisão, formalidade e uniformidade. Assim determina a lei, assim orienta o Manual de Redação da Presidência da República e, por ser um bom servidor público, assim ele redigiu o ato. O que ninguém ficou sabendo e certamente ninguém se perguntará é por que aquele ato oficial, esquecido dentro de uma pasta, com centenas de outros, em uma prateleira empoeirada de um arquivo público, apresentava aquela mancha junto ao carimbo de Atendido. Ninguém jamais saberá que ela foi causada por aquele simples servidor público que no exercício diligente de sua função, junto a uma prece silenciosa por aquele anjo que não vingou, sem querer, deixara cair uma muda lágrima.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Iniciada a parceria de voluntariado com a Prefeitura de Rio Grande

Iniciada a parceria de voluntariado com a Prefeitura de Rio Grande

Com o intuito de orientar, conscientizar e incentivar nas áreas de Proteção à Propriedade Intelectual, Combate a Pirataria e Produção Literária foi firmada uma parceria de trabalho voluntário junto a Prefeitura de Rio Grande. A aceitação foi expressa pelo Ofício nº126/2013-OG/PMRG, de 03 de julho de 2013, e as tratativas para definir as formas de atuação já foram iniciadas. Com esta iniciativa esperamos poder levar primeiramente às escolas palestras e apresentações, com o objetivo de ampliar a atuação levando onde for necessário e possível informações a outros órgãos e setores da Administração Pública Municipal.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Contra bons argumentos...

Contra bons argumentos...

Claudiomiro Machado Ferreira

Não adianta, existem argumentos que são irrefutáveis. Diante deles não podemos fazer nada, a não ser nos entregarmos. Tive certeza disso no dia em que fui vencido pelo chá verde.
Um dia desses, por questões, que prefiro manter em sigilo, havia tomado o tal chá verde. Ele é bom para muitas coisas, me disseram. Isso é fato, aprendi. Porém, se bebido além do necessário pode eliminar sais minerais do organismo. Os sintomas são uma espécie de fraqueza e a abertura de apetite. Para alguns, esta é mais conhecida por broca, aquela fome que, além de fazer um alto barulho no estômago, faz a gente se curvar de dor.
Pois bem, estava eu com aquela baita broca e, para variar, em uma condição deveras adversa. Voltava da cidade de Pedro Osório, indo para a cidade de Rio Grande. Como não há ônibus direto, sou obrigado a fazer uma parada na rodoviária da cidade de Pelotas.
Como desgraça pouca é bobagem, depois de comprar a passagem e sobrar pouco dinheiro, ocorreu o sucedido. Não tive alternativa. Fui obrigado a ir até um dos bares. Na verdade o único aberto naquela hora da noite. O que aconteceu em seguida me fez constatar que já se foi o tempo em que comida de rodoviária era barata. Na verdade, hoje em dia elas competem com muitos aeroportos e shopping centers.
Eu sabia que precisava de algo salgado para comer. Olhei, olhei, fiz cálculos de cabeça, mas a broca não me deixou pensar muito. Acabei pegando o que era mais barato e que melhor se encaixava na minha necessidade. Peguei um pacote de batata fritas da Elma Chips. Um Ruffles, de 50 gramas.
Ao chegar no caixa tive o dissabor. O pacote custava R$3,20. Quase tudo o que me sobrara da compra da passagem. Claro que fiquei irritado. Estava com fome, o ônibus já iria sair e com pouco dinheiro. Qualquer um ficaria. Tentei barganhar, mas o atendente foi inflexível. Disse que o preço era tabelado, que não havia nada mais barato e que ele não era o dono do estabelecimento.
Entretanto, o argumento derradeiro veio quando disse que se estivesse muito caro eu poderia escolher por não levar. Estarreci. Fiquei mudo. Sem um contra-argumento paguei e fui embora. Mudo, comi a batata e saciei a minha necessidade. Porém, aprendi a lição. Da próxima vez tomarei menos chá verde. Se não der, tentarei viajar com mais dinheiro. Ainda sim, se nada disso for possível, para não passar mais vergonha, direi que estou com pressão baixa e pedirei um copo d'àgua e o saleiro. É o jeito.

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Grandes Esperanças... de uma 2ª edição

Grandes Esperanças... de uma 2ª edição.

     Grandes Esperanças é o título de uma obra clássica de Charles Dickens. Nele o personagem principal, sempre em busca de melhores condições de vida, acaba sendo ajudado, sem saber, de uma forma sistemática e inesperada, beneficiando-se, ao longo da história, da ajuda de um benemérito desconhecido.
     Grandes esperanças são as nossas também de conseguir uma 2ª edição da obra História da Liberdade de Pensamento, de John Bagnell Bury, traduzida por nós e com 1ª publicação em 2010 pela Editora da UFPel. Em nossas orientações sempre primamos por ressaltar a importância do registro no Escritório de Direitos Autorais - EDA, da Biblioteca Nacional - BN. Faz-se necessário ressaltar essa importância novamente pois, após pesquisa sobre a Política de Envio de Originais da Editora Rocco, encontramos um pré-requisito fundamental. Sem o envio da cópia do Certificado o original não é avaliado. Sem este item ele é sumariamente descartado.
     Outra orientação que sempre procuramos ressaltar é o envio do material pelo Correio, com Carta Registrada e Aviso de Recebimento. É um serviço barato pela tranquilidade da certeza em saber quando o material for recebido. No caso da Editora Rocco, além do pedido de um período de 45 dias de prioridade, a orientação é de que em 60 dias receba-se um retorno. Este é um tempo relativamente curto em relação a outras editoras. Abaixo uma reprodução da Comprovante do Correio, pelo qual é possível realizar o rastreamento do objeto.
     Escreva, registre e submeta. Você pode se surpreender, e com seu próprio esforço mudar de vida também.
     Boa sorte.

terça-feira, 4 de junho de 2013

Palestra da VILAGE Marcas e Patentes - Nossa parceira

Palestra da VILAGE Marcas e Patentes - Nossa parceira

DEPOIMENTO

"Com a realização deste evento, procuramos todos oportunizar a troca de conhecimentos sobre essa área tão vital a atividade do designer - marcas e patentes. Acreditamos que, com a palestra proferida pela Vilage, todos os alunos (e demais presentes) visualizaram a importância e a necessidade de trabalhar de maneira profissional suas criações e a relação delas com os clientes.
Trazer essa realidade de mercado e a experiência de quem atua nessa área há um bom tempo, de maneira didática, com exemplos práticos, elucida  a todos sobre o quão importante é esse processo de registro de propriedade intelectual.”

Daniela Brisolara, Coordenadora do Curso

Professores do Curso de Bacharelado em Design do IFSul - Campus Pelotas
André Furtado, Raquel Godinho, Vinícius Costa

Antônio Rauter, Diretor Regional da VILAGE RS; Daniela Brisolara, Coordenadora do Curso de Design e Claudiomiro Machado Ferreira, parceiro da VILAGE Marcas e Patentes

Veja mais em:

Vilage apresenta palestra no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Liste 05 (cinco) livros que você salvaria se eles fossem abolidos da Terra.

Liste 05 (cinco) livros que você salvaria se eles fossem abolidos da Terra.


Lidio Lima:
Assim falou Zaratustra - Nietzsche
Escuta Zé Ninguém - W. Reich
Liber Al vel Legis - A. Crowley/Aiwas
O lobo da Estepe - Herman Hesse
O trivium - Irmã Mirian Joseph

Osires Nei da Veiga:
Dom Quixote - Cervantes
Noites Brancas - Dostoiévski
Crime e Castigo - Dostoiévski
Ecce Homo - Nietzsche
Além do Bem e do Mal - Nietzsche

Claudiomiro Machado Ferreira:
Zanoni, de Sir Edward Bulwer Lytton. Tradução de Francisco Valdomiro Lorenz (Pensamento)
O Trivium, Miriam Joseph (É Realizações)
Como Ler Livros, de Mortimer Adler (É Realizações);
Redação Científica: A Prática de Fichamentos, Resumos, Resenhas, de João Bosco Medeiros (Atlas);
Aprender A Aprender, de João Paixão Netto (Paulus)

Vídeos do "Grupo do Trivium" chegam a um total de 1.111 visualizações no Youtube.


Vídeos do "Grupo do Trivium" chegam a um total de 1.111 visualizações no Youtube.

Desde a postagem do primeiro vídeo no site Youtube, em 05 de dezembro de 2011, o total de vídeos disponibilizados pelo "Grupo do Trivium" chegou a uma quantia de 1.111 visualizações. Desde a primeira inserção já foram postados 09 vídeos, que vão de excertos de reuniões, entrevistas e até leitura da palestra de apresentação do livro que deu origem às reuniões. Desde sua criação, em 10 de novembro de 2011, já somam-se 40 encontros. O Grupo do Trivium reúne-se periodicamente e usa como referência o livro O Trivium, de Miriam Joseph, editado pela É Realizações (www.erealizacoes.com.br/www.facebook.com/erealizacoeseditora), de quem o grupo recebe o apoio e incentivo, assim como da imprensa. O Grupo do Trivium é coordenado por Claudiomiro Machado Ferreira e Lídio Lima, que podem ser contactados, respectivamente pelos telefones 53 9126-7510 e 53 8121-5145. O e-mail do Grupo é grupodotrivium@gmail.com. O Trivium estuda as Artes Liberais da Gramática, Lógica e Retórica e a participação nos encontres do Grupo é livre e isenta de qualquer tipo de pagamento.

Para assistir aos videos clique nos links abaixo:

Entrevista Nativa Repórter 11 07 2012 Rio Grande RS

FM CAFÉ - 18.07.2012 - BLOCO 1 - Grupo do Trívium - RG RS

Grupo do Trívium - Leitura da Palestra de Apresentação do livro O Trívium

Grupo do Trívium - Entrevista Programa Todo Dia - Rio Grande/RS

Entrevista Rádio Nativa AM Grupo do Trívium 13.04.2012 Rio Grande RS

Grupo do Trívium - 10º Encontro - 09.02.2012

Grupo do Trívium 6º Encontro 15.12.2011 RG.RS

Grupo do Trívium 5º Encontro 08.12.2011 RG.RS

Grupo do Trívium 4º Encontro 01.12.2011 RG/RS

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Elogio de Marcelo Spalding


Marcelo Spalding
16:34 (34 minutos atrás)

Claudiomiro, parabéns pelo seu trabalho, é muito sério e denso. Você é escritor? Advogado? É de que cidade?

Um abraço,

Marcelo Spalding
www.marcelospalding.com

Biografia
     Marcelo Spalding é professor, escritor e jornalista. Formado em Jornalismo e Letras, é também mestre e doutor em Literatura pela UFRGS.
     Como professor, atua na Uniritter ministrando disciplinas de Língua Portuguesa para os cursos de Direito, Sistemas de Informação, Administração e Jornalismo, além da Oficina de Criação Literária e Redação Jornalística.
     Como jornalista, é editor do portal Artistas Gaúchos e do portal Literatura Digital, além de colunista do Digestivo Cultural, de SP.
     Como escritor, é autor dos livros 'As cinco pontas de uma estrela', 'Vencer em Ilhas Tortas', 'Crianças do Asfalto', 'A Cor do Outro', 'Minicontos e Muito Menos' e 'Mitos Virtuais'. Recebeu dois Prêmios AGES Livro do Ano (2008 e 2009) e um Prêmio Açorianos de Literatura (2008). É o idealizador do movimento Literatura Digital, tendo publicado dois projetos inéditos de literatura digital, 'Minicontos Coloridos' e o hiperconto 'Um Estudo em Vermelho'.

O Escritor e o Café

O Escritor e o Café

          Manhã de segunda-feira. Vou para o trabalho. Chego antes de abrir.
          Penso:
          "- Vou tomar um café enquanto escrevo um pouco."
          Entro no bar. Peço uma taça de café preto, passado mesmo. Começo a escrever. A produção flui muito bem. Melhor que isso só se tivesse música também. De preferência bem baixinho, para não dispersar a concentração. Chega o horário de ir. Não levei meia hora, mas foi muito produtivo. Fecho o caderno de anotações e me dirijo ao caixa para pagar. Dou R$5,00 e recebo de troco R$2,50.
          Penso:
          "- A hora do salário mínimo está em R$3,08."
          Raciocino:
          "- Um livro custa em média R$20,00, e o escritor tem direito a 10% do valor de capa - muitos nem a isso chegam."
          Chego a seguinte conclusão:
          "- Para ter algum lucro terei de parar com o café."
          Será por isso que muitos escritores morrem na miséria? Pelo visto não tem jeito. Adeus à romântica imagem do escritor em frente da sua máquina de escrever com sua xícara de café ao lado. Daqui para frente, só água mesmo. De preferência da torneira, ou terei de parar de pensar. É isso.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Publicação na Revista CRB-8 Digital - São Paulo

          A Revista CRB-8 Digital do Conselho Regional de Biblioteconomia de São Paulo publicou meu texto "As bibliotecas públicas municipais e a administração pública direta. O apoio legal para o suporte financeiro das bibliotecas: qual é e como conseguir". 

          Leia em:


CRB-8 Digital, São Paulo, v. 5, n. 2, p. 56-62, dez. 2012 | http://revista.crb8.org.br

CRB-8 Digital

A Revista CRB-8 Digital tem a função de promover a atualização e disseminação de conhecimento, mediante divulgação de trabalhos de profissionais sobre novos processos, produtos e serviços, bem como de inovações desenvolvidas pela comunidade biblioteconômica e seus relatos de experiências.

Nova edição
Encerramos as atividades de 2012, apresentando nova edição da Revista CRB-8 Digital (v.5, n.2, dez. 2012) com artigos e relatos de experiências de bibliotecas públicas. Conheça abaixo o sumário da revista e boa leitura!
Nós ampliamos conhecimento e compartilhamos experiências, e gostaríamos muito de conhecer sua opinião sobre esta edição da revista. Escreva para CRB-8 crb8@crb8.org.br

Vol. 5, No 2 (2012)

Sumário

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