sexta-feira, 22 de março de 2013

terça-feira, 19 de março de 2013

Aceito de presente o livro "ECAD e Direitos...

          Aceito de presente o livro "ECAD e Direitos Musicais Interpretados pelos Tribunais", fundamental para um trabalho que quero começar. Na Estante Virtual tem.



sexta-feira, 15 de março de 2013

Espiritismo: Caridade X Pirataria - Claudiomiro Machado Ferreira


Espiritismo: Caridade X Pirataria

Claudiomiro Machado Ferreira*

N
a época e com a formação educacional e religiosa que teve, não deve ter sido fácil para o futuro Allan Kardec quando se deparou com as mesas girantes e a doutrina dos Espíritos. Assim como também não deve ter sido fácil receber a tarefa de compilar e codificar todos os ensinamentos que recebeu. Por mais qualificada que fosse uma pessoa, lançar ao mundo uma doutrina que muda toda a forma de uma pessoa se relacionar consigo mesma, com a sociedade e com o pós-morte, com certeza daria a ela muito trabalho.

Mas, certamente, foi mais fácil, graças aos métodos e processos editoriais da época, difundir a Doutrina Espírita do que foi apresentar ao mundo o Cristianismo, que muito deve aos monges copistas da Idade Média e a sua paciência. Porém, um problema com o qual Allan Kardec não deve ter se deparado, pelo menos não nas proporções atuais, foi com a pirataria física, e, muito menos, digital, das obras que apresentou ao mundo. Realidade bem diferente da que, em função dos avanços tecnológicos e mudanças culturais, vivem hoje as editoras, as casas espíritas e os autores.

Das mudanças culturais, as mais perigosas para a produção literária espírita são que tudo pode ser copiado e que ao autor não pertence mais sua obra. Porém, é necessário que o leitor fique atento. Pois, por mais que se fale em direito à cultura e ao conhecimento ou ao direito de cópia, os fundamentais direitos autorais e patrimoniais não podem ser violados.

No Brasil, que teve seu sistema de direito autoral baseado no sistema francês, uma obra só cai em domínio público depois de 70 (setenta) anos da morte do autor. Além disso, cópias só podem ser feitas de pequenos trechos do livro, para uso privado, sempre pelo copista e sem intuito de lucro. Qualquer outro tipo de cópia ou veiculação só pode se feita sob anuência do detentor dos direitos patrimoniais. A exceção fica por conta da citação direta, em estudos ou análises e sempre deve ser dado todo o crédito ao autor e à edição.

            O avanço tecnológico que permite cópias físicas ou digitais é tentador, mas viola direitos básicos e enquadra a pessoa que faz, segundo conceitos internacionais, em crime de pirataria. Para barrar essa crescente prática, que traz prejuízo a vários outros setores, órgãos nacionais e internacionais reforçam periodicamente ações de conscientização. Outros países, como os Estados Unidos, têm aumentado a vigilância e ação contra sites que disponibilizam obras e até mesmo contra links, que apenas apontam onde estaria o material.

            Nenhum espírita verdadeiro pode realizar a prática de pirataria, muito menos a pretexto de fazer a caridade. Para isso há várias outras formas lícitas e que ajudam realmente toda a cadeia produtiva literária espírita. Nós mesmos, em uma campanha de arrecadação de livros espíritas em nossa cidade natal, Pedro Osório, conseguimos disponibilizar, com ajuda de amigos, uma estante inteira na Biblioteca Municipal, ficando assim toda a sociedade servida de farta literatura da área. Ajuda maior faria quem adquirisse de editoras livros que fossem repassados para quem deles necessita. Assim, federações e casas espíritas, que se beneficiam dessa movimentação, poderiam dar continuidade às suas obras e atividades. Outra atividade que seria de grande valia ao Movimento Espírita é a tradução de livros que ainda não se encontram disponíveis em língua portuguesa. Então, de posse desse direito patrimonial seu detentor poderia disponibilizar irrestritamente seu trabalho se quisesse ou, com certeza, ajudaria muito mais cedendo o direito da obra para algum Centro Espírita, a exemplo do que fez Chico Xavier com todas as obras que psicografou.

            Mesmo que a frase “a maior caridade que podemos fazer pela Doutrina Espírita é a sua própria divulgação” não esteja expressa literalmente em nenhum livro, é uma diretriz perfeitamente válida e deve ser seguida, mas nunca contra a lei ou à custa de direitos legítimos e sempre a serviço da verdadeira caridade.

. . .

* Publicou a tradução “História da Liberdade de Pensamento” pela Editora da UFPel/RS, escreveu o livro “Figuras & Vícios de Linguagem”, o texto “As Bibliotecas Públicas Municipais e a Administração Pública Direta” e traduziu o texto “Para Falar e Escrever Bem”. Ministra palestras, presta consultoria e assessoria na área de Direitos Autorais e Registro de Obras. Produz livros para terceiros e edita o blog “Direitos Autorais e Registro de Obras”.

O Download de Livros - Claudiomiro Machado Ferreira


O Download de Livros

Claudiomiro Machado Ferreira*

D
e tempos em tempos precisamos nos deparar com a realidade, mesmo que ela seja virtual. Um fato do qual não podemos fugir é o de milhares de sites disponibilizarem no mundo virtual livros digitados ou digitalizados. Vários deles o fazem gratuitamente, mas também há os que cobram pelo download. Direta ou indiretamente essa prática atinge de forma negativa a todos. Os mais prejudicados acabam sendo as editoras e os autores. Não há como negar: todo site que libera, para download, livros sem autorização dos detentores dos direitos patrimoniais comete um ato ilícito, ou seja, uma ação contrária à lei e que resulta dano a outrem.

        Um grande esforço para combater a prática do download ilegal tem sido feito pela Associação Brasileira dos Direitos Reprográficos, ABDR (http://www.abdr.org.br/). Segundo o site Aristoteles Atheniense Advogados (http://www.atheniense.com.br/), só em 2010, no mês de fevereiro, foram localizados 2.203 links que ofereciam download ilegal de livros na internet. Destes, 2.151 foram retirados do ar depois de serem detectados pela entidade. De todos os links registrados no mês, 2.144 foram localizados após buscas da ABDR, outros 59 foram denunciados.

Desde que começou a fiscalização em agosto de 2009, setembro de 2010 havia sido o mês recorde, com 3.914 links detectados. De janeiro a junho de 2010, 24.365 mil sites para download ilegal de livros no Brasil foram identificados, com 92,4% deles (22.524 mil) sendo removidos. Esta ação resultou da campanha Combate à Pirataria Digital, que teve seu próprio departamento instalado na segunda metade de 2009, resultado de uma parceria entre a ABDR e o Sindicato Nacional dos Editores de Livros, SNEL (http://www.snel.org.br/).

        Uma das alegações de quem defende a disponibilização e o download de livros na internet se baseia em uma corrente que advém dos Estados Socialistas, que adotaram a ideia de que o Direito Autoral era um direito da coletividade. Se nenhuma criação é em verdade original e sofre ou sofreu alguma influência, então, o resultado da criação deveria pertencer ao meio, ou seja, à coletividade. Sendo de todos, deveria retornar a todos.

Esse conceito foi reavivado e tem em Lawrence Lessig (http://www.lessig.org/), criador das licenças Creative Commons, seu maior expoente na atualidade. Já a Cultura Livre é um movimento social que se baseia na liberdade de distribuir, modificar trabalhos e obras criativas. No Brasil a Cultura Livre (http://www.culturalivre.org.br/) tem como seu difusor a Fundação Getúlio Vargas, FGV (http://portal.fgv.br/). Creative Commons (http://creativecommons.org.br/), por sua vez, é uma organização não governamental sem fins lucrativos voltada a expandir a quantidade de obras criativas disponíveis, através de licenças que permitem a cópia e compartilhamento com menos restrições.

Os mais sinceros apenas dizem que não querem pagar e que não estão nem aí para os autores ou editoras. Querem apenas ter acesso e ler. Não se importam com os aspectos que envolvem a produção literária como um todo. Infelizmente muitos têm distorcido os conceitos de Lessig e do movimento Cultura livre para seus propósitos.

        Desses aspectos que envolvem a produção literária podemos citar os esforços dos autores em pesquisar e produzir, os custos das gráficas, das editoras e das distribuidoras e os ganhos (lícitos) advindos da venda dos livros. Ganhos estes que em vários casos são usados para custear ações assistenciais, como é o caso de várias instituições espíritas que sobrevivem dos direitos patrimoniais de livros cujos direitos foram a elas doados. Uma destas instituições é o Grupo Espírita Emmanuel, GEEM (http://www.geem.org.br/), que de tão prejudicada por downloads ilegais de seus livros, obrigou-se a divulgar um Comunicado cujo título é Violação de Direitos Autorais, onde lamenta o ocorrido, descreve as dificuldades de manter sua produção e chama a atenção para o uso que faz dos recursos das obras que edita.


Analisando a questão do GEEM, o Prof. Jáder Sampaio levantou importantes considerações sobre a disponibilização e download de livros espíritas em particular e que se aplicam a livros em geral. Em seu blog Espiritismo Comentado (http://espiritismocomentado.blogspot.com.br/) Sampaio considera sete aspectos. Destes, destacamos como o mais importante o perigo de uma obra mal digitada. Sampaio é uma dessas pessoas que publicou um livro (Voluntários, Ed. UNIFRAN/EME, 248p, R$ 28,00) e doou os direitos para uma instituição, daí entende-se o apoio que dá ao GEEM.


Como aspectos legais inquestionáveis podemos destacar a Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998 (http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9610.htm), que altera, atualiza e consolida a legislação sobre direitos autorais. Nela temos o conceito do termo contrafação, ou seja, a reprodução não autorizada (sem definir se física ou digital); que são obras intelectuais protegidas as criações do espírito, expressas por qualquer meio ou fixadas em qualquer suporte, tangível ou intangível, conhecido ou que se invente no futuro; e, que depende de autorização prévia e expressa do autor a utilização da obra, para reprodução e distribuição (novamente sem fazer alusão ao suporte, se físico ou digital). Já do Código Penal (http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del2848.htm) podemos destacar os artigos que tratam dos crimes contra a propriedade imaterial e intelectual. Do artigo 184 ao 186 estão descritas as ações e penas para quem violar os direitos dos autor, sejam reprodução, depósito ou oferecimento ao público. As penas podem ser de detenção ou reclusão e podem variar, dentro destas, de 03 (três) meses a 4 (anos). A aplicação de multa também é prevista neste código.

Quem considerar exagerada a penalidade para o download pode analisar o magnífico texto de Valdomiro Soares, Os Perigosos Rumos da Pirataria, publicado no Jornal do Comércio, de Porto Alegre, em 1º de agosto de 2012, e disponível para leitura on-line no endereço eletrônico http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=99894. Nele são expostos todos os prejuízos que a pirataria proporciona. Entre estes estão os prejuízos financeiros, qualitativos e de desemprego. Segundo Soares a Polícia Internacional, Interpol, definiu a pirataria como o Crime do Século, pois esta movimenta cifras superiores ao tráfico de drogas, entre US$ 500 e US$ 600 bilhões anualmente. Se o consumidor de drogas sustenta todo o tráfico atrás de si, o violador individual de direitos autorais, também. O conceito de Crime Menor ou de Crime de Pequena Monta não pode ser aplicado nesses casos, pois receptação de roubo e apropriação indébita também tem punições já previstas. Assim, defendemos penalidades para todos esses casos, apesar do consultor jurídico da ABDR, Dalízio Barros, afirmar em uma reportagem de um portal de notícias que o usuário não é punido se baixa um livro digital ilegal, mas sim quem o publicou na web.

Defensores que somos dos Direitos Autorais em sua integralidade apoiamos o GEEM, mas acreditamos que ele deve ir além, validamos o que diz o Prof. Sampaio e convocamos a todos, autores ou não, para que denunciem os casos de disponibilização de livros. Para isso a ABDR disponibiliza os endereços eletrônicos copyrigth01@abdr.org.br e copyrigh02@abdr.org.br, mas as denúncias também podem ser feitas através do formulário on-line acessível em http://www.abdr.org.br/site/denuncie.asp. O fornecimento de dados pessoais não é obrigatório e a ajuda prestada será muito valiosa, pois como afirma a própria ABDR, “o respeito ao direito autoral é fundamental para ampliar a cultura, a educação e a circulação do conhecimento de um país.”


* Escritor e tradutor. Presta assessoria, consultoria e ministra palestras na área de direitos autorais e registro de obras.

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Aquisições intelectuais e materiais da 40ª Feira do Livro da FURG/Cassino RS

Além das palestras com Carlos Gerbase e Juremir Machado adquiri este livro por R$5,00 na 40ª Feira do Livro da FURG/Cassino.


Feira do Livro:

Quem não frequenta não sabe o que perde.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Convite para Sessão de Autógrafos de Sergio Quintian

Convite para Sessão de Autógrafos de Sergio Quintian



Livro produzido por nós. Parabéns Quintian.
Sempre em frente.

Entrevista exclusiva com Carlos Gerbase

Leia abaixo a entrevista exclusiva de Carlos Gerbase, professor, cineasta e escritor, ao Blog Direitos Autorais e Registro de Obras.



carlos gerbase



       Natural de Porto Alegre/RS e professor na PUCRS. Desde 1978, como roteirista e diretor cinematográfico, produziu sete longa-metragens e dez curtas. Como escritor tem quatro trabalhos de ficção e duas obras na área do cinema. Nesta entrevista dá sugestões sobre roteiros e adaptações, fala sobre suas experiências, direitos autorais e manipulação no ECAD.



Blog: Qual foi a sua adaptação, de livro para roteiro, mais fácil e qual a mais difícil de realizar?
Gerbase: A mais fácil foi do meu conto “Interlúdio” para fazer o curta homônimo, co-dirigido por Giba Assis Brasil. A mais difícil foi “Engraçadinha”, de Nelson Rodrigues, pois primeiro tive que entender o autor, para depois entender o texto.

Blog: O que acha das orientações dadas por Syd Field no capítulo 14- Adaptação do livro “Manual do Roteiro: os fundamentos do texto cinematográfico”, da Editora Objetiva?
Gerbase: Syd Field sempre é um bom ponto de partida. Dificilmente ele fala bobagem. Mas é importante notar que a sua perspectiva é totalmente comercial. Para Field, filme bom é filme com grande bilheteria. E nem sempre pensar dessa maneira conduz à obra de arte.

Blog: Quais adaptações, exceto as suas, considera melhores e piores para um aspirante a roteirista ter como referência?
Gerbase: Gosto de usar em sala de aula a novela “Breve Romance do Sonho”, de Arthur Schnitzler, que foi adaptado por Kubrick para o ótimo filme “De olhos bem fechados”. Como má adaptação, cito “A marca humana”, de Philip Roth, um romance genial, que virou um filme ruim demais, dirigido por Robert Benton.

Blog: Quais as diferenças de Mercado, nacional e internacional, a partir do momento em que o roteiro está adaptado e um roteirista consiga que uma empresa produtora decida filmá-lo?
Gerbase: Não sei responder. Não tenho experiência com mercado internacional. No Brasil, cada adaptação depende de um acordo prévio entre produtor (que comprou os direitos) e roteirista.

Blog: Quais orientações gostaria de ter recebido antes e que gostaria de passar agora se alguém lhe perguntasse sobre Direitos Autorais?
Gerbase: Antes de mais nada, temos que lutar contra a atual Lei de Direitos Autorais. Ela é nefasta e injusta para todos os artistas, com a provável exceção de alguns músicos, que comandam o ECAD.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Carlos Gerbase na 40ª Feira do Livro da FURG/RS

Palestra Carlos Gerbase
A PRÁTICA DA ADAPTAÇÃO DA LITERATURA PARA O CINEMA
Mediadora Prof.ª Ana Ferreira Maio - ILA/FURG
Dia 27/01/2013




 Ana Ferreira Maio e Carlos Gerbase

 Carlos Gerbase

Claudiomiro Machado Ferreira e Carlos Gerbase

Assista um trecho da palestra
A PRÁTICA DA ADAPTAÇÃO DA LITERATURA PARA O CINEMA

Prana Filmes
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quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Várias opções, qual a sua escolha?

Partido Pirata, Copyright, Fair Use, Open Access, Copyleft, Creative Commons, Domínio Público… Várias opções, qual a sua escolha?

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Desabafo

          Trabalho em uma tradução há pelo menos uns 10 anos. É difícil às vezes, mas o alento é que o que já fiz "está pronto" e um dia chegarei ao fim.
          Há muito tempo já havia submetido três capítulos à uma editora, mas não chegamos à um acordo.
          Por questões de sigilo profissional não posso dizer qual é o título, mas quando concluir todos saberão.
          Ainda bem que conto com amigos para compartilhar alguns momentos, bons e ruins, desta empreitada.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Novo Cartão de visitas para apresentações.

          Novo Cartão de visitas para apresentações.
          Simples, bonito e eficiente, mas faltou uns símbolos para enfeitar um pouco...

Texto publicado no site Dicazine

Leia nosso texto publicado no site DICAZINE

"Futuros Possíveis? Só se puder pagar."
http://www.dicazine.com.br/colunista/claudiomiroferreira
http://www.dicazine.com.br/futuros-possiveis-so-se-puder-pagar

www.dicazine.com.br
Dicazine é uma revista com dicas dos mais variados assuntos com foco em internet e downloads para melhorar sua produtividade.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Concursos e Prêmios Literários

9º Prêmio Barco a Vapor 2013 - de literatura infantil e juvenil


Histórico

O Prêmio Barco a Vapor [Premio El Barco de Vapor] é promovido pela Fundação SM nos nove países onde o Grupo SM atua: Brasil, Chile, México, Argentina, Porto Rico, República Dominicana, Colômbia, Peru e Espanha. A Fundação é o braço do Grupo SM responsável pela realização do concurso.
A iniciativa desse prêmio, que surgiu na Espanha em 1978, tem por objetivo descobrir novos autores, estimular a criação literária nacional e propiciar aos jovens leitores o acesso a textos inéditos e de qualidade. Além do adiantamento por direitos autorais no valor de R$ 30.000,00 (trinta mil reais), o autor vencedor tem seu livro publicado na coleção Barco a Vapor de Edições SM.

Regulamento

Disponível em: http://barcoavapor.edicoessm.com.br/convocatoria.php

Prêmio
  1. Será outorgado apenas um prêmio, que consistirá na publicação do original na coleção Barco a Vapor. O vencedor firmará um contrato de edição válido pelo período de 7 (sete) anos.
  2. No ato da assinatura do contrato de edição, o autor receberá R$ 30.000,00 (trinta mil reais) como adiantamento de direitos autorais.

Concursos e Prêmios Literários


IBRAM/MINC

 - 23-12-2012 - 17h39min


Ibram lança edital Memória do Esporte Olímpico

 Estão abertas as inscrições para a primeira edição do Prêmio Ibram Memória do Esporte Olímpico, promovido pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC). O concurso vai premiar iniciativas de preservação da memória do esporte olímpico brasileiro. A ideia é apoiar ações de divulgação, preservação e difusão de acervo. Serão distribuídos 12 prêmios de R$ 35 mil cada, num total de R$ 420 mil. Poderão concorrer ao prêmio pessoas físicas, além de pessoas jurídicas de direito público e privado sem fins lucrativos.
As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo Sistema SalicWeb até as 23h30min do dia 24 de fevereiro de 2013. Para avaliação e seleção das propostas, a comissão responsável vai considerar os critérios “relevância do acervo para memória do esporte olímpico”, “plano de trabalho” e “representatividade brasileira em relação ao esporte olímpico”. Mais informações em http://www.museus.gov.br/premios-e-editais/programa-de-fomento-2012/.

Fonte: http://www.jornalagora.com.br/site/content/noticias/detalhe.php?e=1&n=37622

Concursos e Prêmios Literários


OPORTUNIDADE

 - 23-12-2012 - 19h42min

Emater/RS-Ascar recebe textos para revista de Agroecologia

Os interessados em contribuir com a Revista Agroecologia e Desenvolvimento Rural Sustentável têm até o dia 20 de janeiro de 2013 para enviar o material. Os textos - artigos científicos e relatos de experiências - devem ser encaminhados para o e-mail:revistaagroecologia@emater.tche.br  em português ou espanhol. Podem participar agricultores, extensionistas rurais, professores, pesquisadores e outros profissionais dedicados aos temas centrais - agricultura e desenvolvimento rural sustentáveis, Agroecologia, agricultura familiar, extensão rural, relações sociais nos processos de desenvolvimento rural, manejo sustentável de agroecossistemas, sociedade e ambiente.
A revista é uma publicação quadrimestral da Emater/RS-Ascar, que congrega artigos científicos, resultados de pesquisas, estudos de casos, resenhas de teses e livros, assim como experiências e relatos de trabalhos orientados pelos princípios da Agroecologia. Além disso, aceita artigos que tratem de estratégias e práticas que promovam o fortalecimento da agricultura familiar, do desenvolvimento rural sustentável e da agricultura sustentável. A coordenação da revista fica a cargo do diretor técnico da Emater/RS, Gervásio Paulus.

A mais recente edição da revista, assim como números anteriores, podem ser acessados através do endereço eletrônico 
http://www.emater.tche.br/hotsite/revista/.

Fonte: http://www.jornalagora.com.br/site/content/noticias/detalhe.php?e=3&n=37649

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Concursos e Prêmios Literários

          A partir do início do ano de 2013 catalogaremos o maior número possível de Concursos e Prêmio Literários. O objetivo é participar da maior parte deles, dentro das condições que nos forem permitidas.
          Assim, gostaríamos também de incentivar a todos que participem. Boa sorte e nos comuniquem. Gostaríamos de compartilhar a vitória de cada um que ganhar.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Rodrigo Gurgel, o Jurado C, em entrevista à Folha

Rodrigo Gurgel, o Jurado C.
(Victor Moriyama/Folhapress)

     O que o episódio revelou para você da cultura literária brasileira?
     Os nossos escritores não estão acostumados a serem julgados. O nosso sistema literário está doente. Por quê? Quem aliás falou um pouco sobre isso há alguns meses foi a [editora e agente literária] Luciana Villas-Boas, numa entrevista: as editoras estão controladas pelos departamentos de letras das universidades. Então o que acontece? Hoje, a hegemonia dos departamentos de letras pertence a dois grupos: os estruturalistas e os desconstrucionistas.


Leia mais em:"O sistema literário brasileiro está doente", afirma jurado "C" do Jabuti
por PAULO WERNECK
EDITOR DA ILUSTRÍSSIMA
Acesso: http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/1194742-o-sistema-literario-brasileiro-esta-doente-afirma-jurado-c-do-jabuti.shtml

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Presente no lançamento de "A Razão do Absurdo" de Paulo Olmedo

Paulo Olmedo e Claudiomiro Machado Ferreira

Blogs do autor:
http://arazaodoabsurdo.blogspot.com.br/
http://pauloolmedo.wordpress.com/author/prolmedo/

Para ler sobre o autor na mídia acesse:
http://www.diariopopular.com.br/site/content/noticias/detalhe.php?id=1&noticia=59402
http://www.ecult.com.br/noticias/paulo-olmedo-lanca-a-razao-do-absurdo-em-rio-grande-entrevista-por-felipe-nobrega
http://www.jornalagora.com.br/site/content/noticias/detalhe.php?e=1&n=35417

Presente na 40ª Feira do Livro de Pelotas

Oficina literária aborda o tema poesia
 09/11/2012

         "Deus, quando nós nascemos, nos dá uma caneta na mão e diz: Escreve a tua história, faz a tua poesia", foi com essa frase que o Prof. Carlos Eugênio da Silva começou a sua oficina de iniciação literária, agora pouco, na 40ª Feira do Livro de Pelotas.
          Carlos iniciou falando do que se trata a poesia, ou seja, como fazer algo literário. Em seguida, explicou para o público o que era verso, estrofe e rima. E como cada linha do poema, e o conjunto dos versos juntamente com a combinação de sons formavam a poesia. O professor também trouxe grandes nomes como Lobo da Costa, Antônio Frederico de Castro Alves e Mario Quintana, como exemplo e incentivo para a garotada.
          Depois de todo o aprendizado, Carlos colocou em prática seus ensinamentos e junto do público trabalhou na criação de um poema através de um tema pré determinado. Felicidade foi o tema escolhido por ser algo que todos poderiam falar. Através dele foram elaboradas, com a ajuda das pessoas, pequenas frases com três à quatro palavras, que foram montando cada estrofe e se ajustando as rimas.
         Carlos terminou a oficina incentivando os mais novos poetas. "É fácil fazer poesia, a gente pode fazer, é só expressar sentimento e botar pra fora, escrever" disse o professor.

Texto: Pâmela Morales
Fonte:http://feiradolivrodepelotas2011.blogspot.com.br/

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

13º Poesia no Bar - Rio Grande/Cassino

Poesia no Bar chega a Rio grande

FM Café - 26.10.2012 - 13º Poesia no Bar

Daniel Marques Moreira, Blog: http://poemas-urbanos.blogspot.com.br; CLAUDIOMIRO MACHADO FERREIRA, Ju Blasina, Blog: http://www.jublasina.blogspot.com.br; e (?)

Participação no 4º Concurso Literário Internacional Planície Costeira

Certificado de Participação como jurado de CLAUDIOMIRO MACHADO FERREIRA no 4º Concurso Literário Internacional Planície Costeira da Casa do Poeta Brasileiro POEBRAS São José do Norte.
Irenilda Paranhos e CLAUDIOMIRO MACHADO FERREIRA na entrega do Certificado.
Capa da Antologia do 4º Concurso Literário Internacional Planície Costeira da Casa do Poeta Brasileiro POEBRAS São José do Norte.
4ª capa da Antologia do 4º Concurso Literário Internacional Planície Costeira da Casa do Poeta Brasileiro POEBRAS São José do Norte.

Submissão ao CRB-8 SP do texto "As BPMs e a APD"

E-mail comunicando que o texto "As Bibliotecas Públicas Municipais e a Administração Pública Direta" será publicada pelo Conselho Regional de Biblioteconomia do Estado de São Paulo - 8ª Região.